terça-feira, 7 de abril de 2026

CUITELINHO, UM ACHADO DO COMPOSITOR, XANDÓ, COM ADAPTAÇÃO E FINALIZAÇÃO DE PAULO VAZOLINI.

 


"Cuitelinho" é uma canção folclórica tradicional brasileira, recolhida no Mato Grosso do Sul por Antônio Carlos Xandó e posteriormente adaptada e finalizada por Paulo Vanzolini. A música, inspirada em versos ouvidos de um barqueiro chamado "Nhô" Augustão, foi registrada por Vanzolini e popularizada na voz de Nara Leão em 1974. 

VOZ E VIOLÃO: ANIBAL.

sábado, 4 de abril de 2026

A FORÇA DE OXUM, UM CONTO AFRO-BRASILEIRO.

 


O Coronel Setembrino, conhecido por sua alma seca como o bagaço da cana, arrastou o escravo Ozório até a beira de uma cachoeira imensa. O crime de Ozório era ter ‘roubado’ uma barra de rapadura de seu próprio suor para aplacar a fome dos filhos. Por sua vez, o coronel, querendo dar um exemplo de terror, decidiu que o castigo não seria o chicote, mas o abismo.

Enquanto Setembrino erguia o braço para empurrar Ozório nas águas violentas, o tempo pareceu parar. Um dos seus capatazes conta que o sol refletiu no espelho d'água com um brilho dourado tão intenso que o cegou completamente. E assim, do meio da espuma branca e do barulho do trovão das águas, surgiu uma mulher muito bonita, conhecida pelo nome de Oxum, entre os escravos.

Não foi uma aparição suave, pois as águas da cachoeira, antes descendo em linha reta, começaram a redemoinhar contra o fluxo natural. Setembrino, paralisado pelo medo, viu o reflexo de seus próprios pecados na face de uma divindade que, certamente, não tolera a covardia contra os pequenos. Deste modo, Ozório sentiu mãos invisíveis puxando o seu corpo para a margem segura, onde o mato se abriu para escondê-lo. Enquanto isso, o chão sob os pés de Setembrino cedeu como se fosse feito de açúcar molhado e, deste modo, o coronel caiu nas águas que ele pretendia usar como tumba para o escravo, mas acontece que, Oxum não lhe deu o descanso da morte, porque ele foi arrastado pela correnteza e devolvido à margem do riacho, quilômetros abaixo, totalmente sem voz, sem posses e com a mente perdida, condenado a vagar como um mendigo pelas terras que antes tiranizava.

Por isso, desde esse dia, dizem que quem passa por aquela cachoeira, e tem o coração limpo, consegue ouvir o riso de Oxum e os lamentos de Setembrino.

 

Anibal em parceria com a IA.

'LUÍZA', ESTA MÚSICA FOI FEITA PRA MINHA AVÓ E A SUA FILHA, MINHA MÃE, GOSTA MUITO DELA.

 


É IMPORTANTE RESSALTAR QUE A MINHA MÃE, WANDA, VAI FAZER 100 ANOS EM DEZEMBRO, MIL PARABÉNS ANTECIPADOS PRA ELA. LUÍZA (Anibal Werneck de Freitas).

quarta-feira, 1 de abril de 2026

MINEIRO-PAU, É MUITO IMPORTANTE VALORIZAR A ARTE QUE SURGE DO CORAÇÃO DO POVO.



MINEIRO-PAU (Anibal Werneck de Freitas).

IMAGEM DO VÍDEO: Mineiro-Pau no Carnaval de 2016 em Recreio, MG. 

GRAVAÇÃO: Celso, Sinval e Anibal.

segunda-feira, 16 de março de 2026

CAUSOS DE ASSOMBRAÇÃO, O OSSO ROUBADO NO CEMITÉRIO


 

Anastácio, bebendo num botequim em Conceição da Boa Vista, apostou com os amigos que iria à meia noite no cemitério, buscar um osso fémur.

Acontece que Prudêncio, um dos seus amigos, resolveu dar um susto nele, pois conhecendo um atalho até o cemitério, chegou antes dele.

Deste modo, Prudêncio se escondeu atrás dum túmulo e toda vez, que o Anastácio pegava um osso, ele dizia com uma voz cavernosa, Este osso não, porque ele é meu!

E assim Prudêncio foi procedendo até o Anastácio pegar um, e sair correndo como um louco.

Chegando no botequim, Anastácio jogou o osso sobre o balcão, demonstrando a sua coragem, e, deixando então, todos os amigos atônitos.

No entanto, acontece que em meio a tudo isso, alguém indagou, E o Prudêncio, até agora não apareceu!

No dia seguinte, ele foi encontrado morto no cemitério.

 

NOTA: Essa é uma clássica narrativa do folclore regional mineiro, muito comum no interior de Minas Gerais (especialmente na região de Leopoldina, Cataguases e Recreio (onde fica o distrito de Conceição da Boa Vista).

domingo, 15 de março de 2026

A NATUREZA SEM O HOMEM NÃO TERIA SENTIDO, AMBOS FORMAM A DUPLA IDEAL, OU SEJA, NATURA E PESSOAS.



A relação entre a natureza e o homem é profunda e tem passado por grandes transformações ao longo da história, evoluindo de uma dependência direta e mística para uma exploração intensiva e, atualmente, para a busca urgente por sustentabilidade.
GUITARRA-SOLO (Filipi Machado Werneck de Freitas)
VOZ E TECLADO (AWF).
VÍDEO sem direito autoral (Extraído da Internet).

segunda-feira, 9 de março de 2026

NOSSA MINAS GERAIS TAMBÉM TEM O SEU MAR, OU SEJA, MAR DE MORROS.

 

sábado, 7 de março de 2026

A MÚSICA LENHA DE ZECA BALEIRO (1999) É MUITO PARECIDA COM A QUE EU FIZ EM 1969, CONFIRA!

 

ECILA, ECILA, ECILA...

(Anibal Werneck) 


(intro: 2X C G F C)

 

C                    G7

Tão longe de você,

F                    C

Recordo de tudo,

C                             G7

Com os olhos molhados,

F                     C

E os ouvidos surdos,

C                    G7

Cansado eu fico,

F                    C

Pra cantar até custo,

C                    G7

Pois os meus lábios,

F                    C

Parecem mudos.

          G7             F

Pra dizer o seu nome:

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

             G7     F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

                      G7

Já não bate certo

F                      C

O meu pobre coração,

                    G7

Pois o que sinto

F                      C

São só tristes emoções,

            G7

Até as notas

F                                    C

Saem toscas do meu violão

              G7

E já não faço

 

F                                 C

Pra você lindas canções,

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

    F

E para terminar,

     G7

Estou contrariado

   F

Até para falar

                               G7

Que estou apaixonado:

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!


 

quarta-feira, 4 de março de 2026

ESTA MÚSICA MEXEU MUITO COMIGO NA MINHA PRIMEIRA INFÂNCIA.



ROMANCE DE UMA CAVEIRA (Alvarenga e Ranchinho) Em B7 Em Eram duas caveiras que se amavam E7 Am E à meia-noite se encontravam Am7 Em Pelo cemitério os dois passeavam F#7 B7 E juras de amor então trocavam Em B7 Em Sentados os dois em riba da lousa fria E7 Am A caveira apaixonada assim dizia Am7 Em Que pelo caveiro de amor morria F#7 B7 E ele de amores por ela vivia Em B7 Em Ao longe uma coruja cantava alegre E7 Am Ao ver os dois caveiros assim felizes Am7 Em E quando se beijavam em tom funebre F#7 B7 Em A coruja batendo as asas pedia bis D G Mas um dia chegou de pés juntos B7 Em Um cadáver novo de um defunto Am Em E a caveira dele se apaixonou F#7 B7 E o caveiro antigo abandonou D G O caveiro tomou uma bebedeira B7 Em E matou-se de um modo romanesco Am Em Só por causa dessa ingrata caveira F#7 B7 Em B7 Em Que trocou ele por um defunto fresco AWF/2026

sábado, 28 de fevereiro de 2026

HISTÓRIAS DE ASSOMBRAÇÃO: A DAMA DO MARTELO.

 


Nas ruínas da antiga capela de São Francisco, o silêncio era interrompido apenas pelas badaladas secas de um sino rachado e antigo, que ninguém ousava tocar, pois era muito mal-assombrado, porque diziam que ele anunciava sozinho a chegada da ‘Dama do Martelo’, uma mulher estranha de vestes cinzentas, que vagava pelo vilarejo em busca de pregos soltos em caixões de túmulos danificados no cemitério local.

Pois bem, conta-se que certa vez o padre Orozimbo, armado apenas com sua fé, decidiu confrontar a aparição. E assim, no meio de uma noite, ouviu o sino bater e, imediatamente, correu para a frente do campanário da igrejinha abandonada, e deparou-se com um cavalo branco de olhos vítreos, parado como uma estátua de gelo sob o luar.  

Em pé, no lombo do animal, uma mulher muito alta empunhava um martelo de ferro pesado com o cabo muito comprido, batendo ritmicamente contra o metal do sino, produzindo um som que não vinha deste mundo. 

E assim, quando o padre tentou exorcizá-la, a mulher simplesmente virou pra ele e disse com voz cavernosa, ‘Eu badalo este sino não para assombrar, mas para avisar que a fundação desta igrejinha antiga esconde algo que nunca deveria ter sido construído aí’. 

Esta história é contada até hoje pelos mais velhos, mas ninguém nunca se atreveu em desvendar este mistério, porque o medo de acontecer algo de ruim no vilarejo é muito grande.

 

AWF/IA/2026

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

PATRÃO, QUE MAU HÁ?, UMA CANÇÃO QUE FALA SOBRE O FIM DA ESTRADA DE FERRO EM RECREIO-MG.

 


PATRÃO, QUE MAU HÁ? 
(Letra e Música de Anibal Werneck de Freitas). 
IMAGEM DO VÍDEO: Estação Ferroviária de Recreio-MG., 
do Blog, TREM EXPRESSO, de Amarildo Mayrink.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

CAUSO DE ASSOMBRAÇÃO REFERENTE À TROMBA D’ÁGUA DE 1948 NO DISTRITO MINEIRO DE ABAÍBA.

 


José Antônio, quando viu a água subindo, procurou abrigar a sua família na parte mais alta da sua propriedade, o mesmo tentou fazer com o seu gado, todavia, a lama começou a surgir muito rápida e ele acabou sendo levado por ela, deixando para atrás a esposa Marta e a filha, Filomena, que tentavam sair da casa, enquanto a sua estrutura cedia lentamente. Seus gritos pedindo socorro, certamente, foram abafados pelo barulho forte da chuva torrencial.

Pois bem, quando ocorreu esta tromba d’água em 1948, no distrito mineiro de Abaíba, muita gente perdeu a vida, e, sendo assim, hoje em dia, há quem diga que já viu um homem com um lampião, na margem do rio, gritando pela esposa e filha, principalmente em noites de chuva muito forte. A lenda também afirma que é possível ouvir os gritos de socorro de Filomena e o choro de Marta ecoando pelo vale, quando o nível da água sobe muito, é como se o tempo tivesse congelado aquele momento terrível da tromba d’água de 1948.

Como já era de se esperar, o medo de ver as almas dos que morreram nesta enchente de 48, tornou-se parte do folclore regional, servindo como um aviso sombrio sobre o poder destrutivo da Natureza.

 

Anibal Werneck de Freitas, em Juiz de Fora de 2026.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

DIZ A LENDA, PESSOAS QUE SOFRERAM MUITO NESTA VIDA, ACABAM SE TRANSFORMANDO EM ALMAS PENADAS.

 


Em Angaturama, pacato distrito de Recreio, MG, conta-se que a calmaria das noites de luar esconde um segredo que arrepiou gerações. Certa noite, os jovens Pedro e José decidiram desafiar os avisos dos mais velhos e caminhar até a antiga estação ferroviária, um lugar marcado pelo silêncio das locomotivas que já não passam mais. No caminho, encontraram Maria, que, aflita, buscava por seu avô, o velho Joaquim, que havia saído para buscar lenha e não retornou. Ao chegarem perto dos trilhos cobertos pelo mato, um frio repentino tomou conta do ar. Pedro avistou uma luz pálida flutuando sobre os dormentes. José, tentando ser corajoso, chamou por Joaquim, mas o que ouviu de volta não foi uma voz humana, mas o som metálico de correntes sendo arrastadas.

De repente, a figura de um homem alto, vestindo roupas de outra época e carregando um lampião apagado, surgiu diante deles. Era Joaquim, o avô de Maria mas seus olhos eram vazios e ele apontava para o antigo casarão que servia de morada para os ferroviários. Maria gritou ao perceber que a mão de seu avô atravessava o cabo de madeira do machado que ele segurava. Diz a lenda local que, em noites de neblina, as almas daqueles que dedicaram a vida à estrada de ferro em Angaturama ainda vagam pelos trilhos, cuidando de um caminho que o tempo esqueceu. Embora parecido fisicamente com o Joaquim, Maria notou que algo estava errado no seu modo de proceder, tanto assim que no dia seguinte, de manhã, o corpo sem vida do seu avô foi encontrado caído nos trilhos. Enfim, deste modo, até hoje, os moradores evitam passar perto da estação ferroviária após a meia-noite, temendo que o som das correntes desperte novamente as lembranças de um passado sombrio.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

QUEM VAI AO DISTRITO DE CONCEIÇÃO DA BOA VISTA SENTE UM AR MISTERIOSO BASTANTE TRISTE E ACOLHEDOR.

 


Final do século XIX, Conceição da Boa Vista tinha até padre, era uma paróquia muito importante, que na Semana Santa atraía muita gente da região, para participar das procissões com belíssimas imagens do Senhor dos Passos, Nossa Senhora e o Senhor Morto. 

Tanto na matriz principal, quanto na capelinha, barraquinhas vendiam de tudo, desde salgadinhos até doces, assim como velas e outros produtos adequados ao evento religioso. 

Assim como toda igreja histórica, existe sempre um cemitério atrás dela, no nosso caso, o de Nossa Senhora da Conceição. Pra quem visita o Distrito de Conceição da Boa Vista, sente um ar misterioso e aconchegante, ou seja, um ambiente bastante carregado, principalmente nos túmulos, talvez pelo sofrimento dos escravos de outrora, uma mão de obra sofrida sob o chicote dos feitores, a mando dos senhores cruéis da elite cafeeira.

Pois bem, conta a lenda que numa noite de Lua minguante, Mariazinha, na hora de dormir, viu do buraco de sua janela uma procissão em fila indiana de almas cobertas por um tecido branco, saindo do cemitério, e rezando em voz alta.

Diferente de assombrações violentas, os antigos contam que se vê realmente uma fila de luzes pálidas, como velas acesas, movendo-se lentamente entre os túmulos de granito e as grades de ferro batido.

A história mais famosa narra o causo de um tropeiro que, ao passar pelo distrito tarde da noite, viu uma senhora vestida de preto rezando em frente ao portão do cemitério. Com pena da mulher no frio, ele parou para oferecer ajuda. Ela apenas lhe entregou uma vela apagada e pediu, Guarde isto com cuidado e me devolva amanhã, neste mesmo lugar.

O homem guardou a vela no alforje e seguiu viagem. Ao amanhecer, quando abriu a bolsa para pegar o objeto, não encontrou cera ou pavio, em seu lugar, havia um osso humano, amarelado pelo tempo. Mesmo assim, ele voltou ao cemitério para cumprir a promessa e, ao depositar o osso no portão, viu a imagem da senhora desaparecer num sopro de vento, deixando apenas o cheiro de incenso no ar.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

OS IRMÃOS DO CASARÃO MAL-ASSOMBRADO DISTRITO DE ANGATURAMA NA ZONA DA MATA MINEIRA.



Todo mundo gosta de uma história de assombração, por isso mesmo, estou aqui pra contar uma ocorrida no distrito mineiro de Angaturama, conhecido também por São Joaquim. Sendo assim, fique com a gente e ouça este caso que vale a pena. Sem mais, dê o seu Like e obrigado pela força.

Nas ruínas do antigo casarão da pequena Angaturama, Distrito de Recreio-MG, no decorrer do dia a dia, o silêncio só era quebrado pelo som das correntes que Anacleto jurava ouvir todas as noites vindo do porão. Sendo assim, Ele e seu irmão, Alcides, decidiram entrar no local para provar que os boatos de assombração eram apenas invencionices do povoado. 

Deste modo, levavam apenas uma lanterna a óleo e a coragem que o álcool lhes dera no bar da vila. Pois é, ao atravessarem o portal de madeira podre da antiga construção, a temperatura caiu drasticamente, e ambos sentiram um arrepio muito forte.

Já no topo da escadaria, uma figura pálida e curvada surgiu, era Sebastiana, a antiga governanta que, segundo as más línguas, nunca aceitou ter sido demitida antes de sua morte solitária. Ela não disse uma palavra, apenas apontou um dedo magro e gélido para Anacleto, enquanto seus olhos, vazios como abismos, fixavam-se em Alcides.

O pavor paralisou os dois e, quando a lanterna subitamente se apagou, o único som audível foi o sussurro rouco de Sebastiana ecoando pelas paredes, Vocês chegaram tarde para o jantar, mas o chá da meia-noite já está na mesa. E assim, quem contava esta história era o próprio Anacleto, que depois desse acontecimento macabro, nunca mais viu o irmão.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

DO LADO DE LÁ TEMOS A MÚSICA LOVE ME TENDER, SUCESSO DE ÉLVIS PRESLEY, E DO LADO DE CÁ, TRILHOS TORTOS.




LOVE ME TENDER (Élvis Presley e Vera Matson).
TRILHOS TORTOS (Anibal Werneck de Freitas).

Olá pessoal,
Neste vídeo ouviremos LOVE ME TENDER, uma música do lado de lá, que a História consagrou na voz de Élvis Presley, num filme referente ao Velho Oeste. Por outro lado, ouviremos também uma música do lado de cá, TRILHOS TORTOS, feita em homenagem aos maquinistas, que perderam a vida trabalhando.
É isso aí, companheira e companheiro, mais uma vez, obrigado pela força.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

QUAND'EU MORRER!, ESTA MÚSICA , MEU AVÔ FRANCISCO GOSTAVA MUITO DE CANTAR, VALE A PENA CONFERIR!

 



QUAND'EU MORRER! (música de autor desconhecido). A foto do vídeo é da igreja de Conceição da Boa Vista, Distrito de Recreio-MG., terra do meu pai. 
AWF/Jan2026