segunda-feira, 26 de outubro de 2026

LULA, NOSSO ETERNO PRESIDENTE



Peço licença aos leitores
Para um canto, uma lição,
Vou mostrar neste cordel 
Um sertanejo desta nação,
Que saiu do chão rachado
E conquistou o nosso povão.

Lá na sua terra natal
O Agreste bem fustigado,
Nasceu o menino Luiz,
Num chão bem castigado,
Dona Lindu deu a luz
A um destino bem traçado.

No pau de arara ruidoso,
Menino e mãe viajaram,
Deixando a seca pra trás,
Em São Paulo aportaram,
Com a fome na bagagem,
Mas dignidade não entregaram.

Como Lula metalúrgico,
O tempo passou ligeiro,
Na fábrica engoliu fumaça,
O menino se fez guerreiro,
Aprendeu como se faz,
Um trabalhador altaneiro.

Lá no ABC Paulista,
Sofrendo muito na labuta
Com graxa, suor e metal,
Perdeu o dedo na luta,
Mas ganhou força vital,
Como um operário batuta.

Olhando o companheiro
Naquela triste lida real,
Nas greves trabalhistas
No sindicato agiu legal,
E sua voz ecoou firme
Contra o abuso patronal.

Desafiando os patrões,
Falando com o coração,
Lula subiu no palanque
E comandou a multidão,
Parou as grandes fábricas,
Até a Ditadura, então.

Nas greves de 78,
O povo se levantou,
O direito do operário
Com muita garra gritou,
Na prisão enfrentou o ódio
E a tranca logo chegou.

Seja na velha Ditadura,
Ou no tempo que passou,
Lula conheceu a cela,
Mas sua voz não calou,
Atrás das grades de ferro,
Sua magna força lançou.

A esperança de um povo,
Eles tentaram abafar,
Mas Lula de cabeça erguida
Continuava sempre a lutar,
Porque a ideia estava livre
E ninguém a pôde abafar.

Do chão da fábrica suja,
A rampa do Planalto subiu,
O operário voou bem alto,
Num passe de mágica sorriu,
E assim ele se transformou
No maior Presidente do Brasil.

Tirou milhões da miséria,
Enchendo o prato do irmão,
Levou luz para o Nordeste,
Deu livro, força e educação,
O retirante ficou em casa,
Com este Presidente na Nação.

Como se isto não bastasse,
Do Fascismo ele nos livrou,
Levou o povo pras ruas,
E o grande perigo passou,
Do Inimigo da Pátria,
Que o nosso Brasil assolou.

















sábado, 24 de outubro de 2026

LULA CONTRA O DRAGÃO DA RUINDADE/ Cordel sobre um homem que tem renome.

Peço licença aos leitores
Para um caso aqui contar
Da peleja de um guerreiro
Que não cansa de lutar
Contra um monstro de fogo
Que tentou tudo queimar.

Esse monstro cobiçoso
Que assombra a nossa terra
É o Dragão da Ruindade
Que cospe o fogo da guerra
Trazendo a fome e a miséria
Do sertão até a serra.

O dragão tinha mil garras
E em cada garra um veneno:
Destruía o hospital
Maltratava o pequeno
E deixava o povo pobre
Num desgosto sem aceno.

Mas do interior do país
Desse chão de terra nua
Surgiu o herói operário
Que o povo todo cultua
O retirante Luiz Inácio
Que não foge da batalha sua.

Lula montou seu cavalo
Com a couraça da esperança
Levou na mão a justiça
E a paz na sua lança
Pra libertar o Brasil
Dessa terrível herança.

O Dragão da Maldade rugiu
Cuspindo ódio e inflação
Mas Lula bateu o pé
Com a força do sertão
Trouxe o prato de comida
E o livro da educação.

O monstro ficou derrotado
Pela força do amor
Voltou a fartura à mesa
Do humilde trabalhador
E o Nordeste sorriu forte
Vencendo aquele terror.

NOTA: Cordel com a colaboração da IA e Imagem do Gemini.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

O HOMEM NA LUA/ Cordel de uma proeza com certeza.

 


O HOMEM NA LUA

Peço rima e poesia
Para o meu verso rimar,
Vou contar uma história
Que fez o mundo parar:
O dia em que o ser humano
Foi na Lua caminhar.

Era tempo de disputa,
Guerra Fria na nação,
Estados Unidos e Rússia
Buscando a evolução,
Para ver quem conseguia
A maior comoção.

Na corrida da expansão.
A temperatura subiu
Lá no ano de 69
O mundo assistiu,
A nave Apollo Onze
Que do planeta partiu,

Rumo ao astro prateado
Que o céu sempre cobriu.
Neil Armstrong, o piloto,
Foi o primeiro que surgiu,
Deu um passo bem pequeno
Que o mundo inteiro viu,

Mas um salto gigantesco
Pra humanidade emocionar.
O Sertão olhou pro céu
Sem muito acreditar,
Diziam: "É coisa de cinema,
Ninguém consegue chegar.

Pois a Lua é de São Jorge
E ninguém vai lhe expulsar!"
Mas a ciência provou
Que o homem é capaz,
De romper as barreiras,
Ir além, buscar a paz,

E deixar a sua pegada
Onde o vento não desfaz.
Hoje a Lua continua
No seu papel a brilhar,
Inspirando os namorados
Quer na terra, quer no mar.

Infelizmente hoje em dia
Há quem não acredita
Que o homem foi a Lua
E ainda por cima critica
Não tem o hábito da leitura
É gente negacionista.

domingo, 18 de outubro de 2026

O MIGUEL NO CÉU/ Um cordel de sabedoria totalmente de minha autoria.



O MIGUEL NO CÉU

A vontade vem de longe
Pra escrever este cordel
De uma história ocorrida
Depois da morte, no céu,
De um homem muito bom
Cujo nome era Miguel.

Quando estava na Terra
Dizia pra todos assim:
'Quando morrer quero ver
O meu anjo Serafim
que sempre me salvou
De todos perigos, enfim'.

Assim que pisou no céu
São Pedro logo apareceu:
'Bem-vindo meu bom amigo
Que este lugar é todo seu!'
Alegre e feliz como nunca,
O bom Miguel agradeceu.

Um Céu de anjos surgiu
Acalentando nosso Miguel
Muito temente a Deus
Se mostrava sempre fiel
Sua vontade então foi feita
Através dum rio de mel.

E assim embarcou Miguel 
Ao encontro do seu anjo
Serafim, mais perto de Deus,
Mas foi preciso muito arranjo
Pra conseguir ao menos ver
O seu tão querido Arcanjo.

Esta história até hoje rola 
Porque ninguém sabe contar
Se Miguel encontrou o Anjo
Que ao lado de Deus está
Porque fica muito difícil
A face do Poderoso, olhar.

Segundo o 'Doutor Angélico'
O famoso Tomás de Aquino
Os anjos mais perto de Deus
São os que estão mais no cimo
Todavia, mesmo assim ajudam
Todo homem peregrino.

Este cordel termina aqui
Revelando uma explicação
Que Miguel foi peregrino
A vida toda numa missão
De andar pela Terra Santa
Em busca da Comunhão.

NOTA: Tirando a gravura (Gemini), este cordel não tem a participação da IA, ele é totalmente de minha autoria, vale a pena conferir.

Anibal Werneck de Freitas, em 19/10/2026









 

sábado, 17 de outubro de 2026

EU VI NO CEMITÉRIO/ Um cordel pra quem é forte e não teme a morte.




Senhores, peço licença
Para a história começar
De um cabra muito valente
Que gostava de mofar
Dizia que assombração
Era história pra enganar.


Certa noite de neblina
Lá pras bandas do sertão
Ele cruzou o cruzeiro
Sem fazer uma oração
Entrou na vila dos mortos
Gostando da solidão.

Eu vi no cemitério,
Com olhos que a terra consome,
Uma assombração medonha
Que assusta qualquer homem:
O fantasma de um avarento
Que de remorso hoje come.

Eu vi no cemitério
A lua beijar a tumba,
E escutei na ventania
O eco de uma macumba,
Uma caveira sorrindo
Balançando a catacumba.

Eu vi no cemitério
Um fogo que corre o chão,
Não era bicho da terra,
Era a alma de um vilão
Pedindo a quem passava
Uma réstia de perdão.

O cabra que era valente
Sentiu o corpo tremer,
Esqueceu a valentia
E botou foi pra correr,
Viu que o mundo dos mortos
Não é pra vivo mexer.

Deixo aqui o meu conselho
Pra quem gosta de zombar:
Respeite quem já partiu
E o seu eterno lugar,
Pois quem desafia a morte
Pode não ter pra onde voltar!

NOTA: Cordel feito em parceria com a IA Google.

Anibal Werneck de Freitas, em 18/10/2026

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

O INFERNO DE TRUMP/ Um cordel no cotidiano do Imperador Americano.




O tema e o roteiro do mesmo são de minha autoria, quanto aos versos do cordel são da Inteligência Artificial e a gravura do vídeo extraída da IA Gemini

O INFERNO DE TRUMP
I
Peço rima ao Pai Eterno
Para contar a jornada
De um homem poderoso
Da cabeleira amarelada
Que ao bater as botas na Terra
Teve a alma despachada
Direto pra terra queimada.
II
Donald Trump, o magnata,
Do topo do seu império,
Deixou o mundo dos vivos
Sem pompa e sem mistério
E acordou num lugar quente
Onde o fogo é assunto sério
Nas portas do cemitério.
III
O diabo, ali na recepção,
Olhou o gringo chegar
Com terno azul alinhado
E a pose de governar
E disse: "Aqui no meu reino
Você não vai mandar nada,
Sua hora acabou de soar!"
IV
Mas Trump olhou pro capeta
Sem demonstrar nenhum medo
Disse: "Este lugar é um caos,
Mas eu resolvo o segredo!
Vou construir uma torre,
Mudar esse seu enredo,
E privatizar o degredo!"
V
"Vou fazer o Inferno Grande!
Make Hell Great Again!
Vou botar muro na entrada
Pra não passar mais ninguém,
Cobrar tarifa do Céu,
E quem quiser vir além
Vai pagar imposto também!"
VI
O cão soltou uma gargalhada
Que fez o chão sacudir:
"Aqui não tem fake news,
Nem juiz pra você mentir!
O seu dinheiro não vale,
O contrato eu vim romper,
Seu castigo vai começar!"
VII
O castigo do ricaço
Foi o pior do além:
Trabalhar de sol a sol
Sem o aplauso de ninguém,
Ouvindo discursos longos
Do rival que ele odeia bem,
Sem o luxo que ele detém.
VIII
E assim segue o magnata
Naquele fogo sem fim,
Querendo comprar o inferno,
Mas o diabo disse "ruim!".
Quem plantou a discórdia na Terra
Colhe o espinho no jardim,
O cordel termina assim.

"O Inferno de Trump" é uma sátira política contemporânea inspirada no clássico subgênero da Literatura de Cordel que narra a chegada de figuras imponentes ou polêmicas ao submundo (como nas tradicionais histórias de Lampião ou Antônio Silvino no inferno). O mote brinca com a personalidade extravagante do político norte-americano tentando aplicar suas táticas de negócios e discursos espalhafatosos diante do próprio Satanás.
Abaixo, veja uma versão desse cordel escrita em setilhas (estrofes de 7 versos) com a tradicional métrica da redondilha maior (7 sílabas poéticas) e rimas no esquema X-A-B-A-B-C-C.


LULA E A MULA-SEM-CABEÇA/ Um cordel pra que cresça e apareça.



Mais um cordel pra você e, desta vez temos o homem chamado Lula contra o inimigo da Democracia traduzido como a Mula-Sem-Cabeça, confira!

Nas terras do Cariri,
Onde o vento faz a curva,
Numa noite de mormaço
Sem pingo d'água de chuva,
Viajava o presidente
Sob a luz da lua ruiva.

Lula ia caminhando
Pensando na produção,
Quando ouviu um esturro
Que estremeceu o chão:
Era a Mula-Sem-Cabeça
Soltando fogo e carvão!

A criatura relinchou:
"Quem topa no meu caminho?
Sou o terror das estradas,
Não respeito mofino!"
Lula, sem perder a pose,
Disse: "Calma, meu bichinho!"

A Mula fitou o homem
Com seu pescoço em brasa:
"Você governou o povo,
Mas a inflação arrasa!
Como explica o orçamento
Que a paciência defasa?"

Disse a Mula: "O imposto
Sufoca o trabalhador!
O juro continua alto,
Diga aí, cobrador!
Quero ver sua resposta
Pra esse povo sofredor!"

Lula ajeitou os óculos,
Pigarreou com firmeza,
Olhou nos olhos do bicho
No meio da correnteza:
"Companheira Mula", disse,
"Escute aqui com clareza.

Você que vive na mata
E só sabe galopar,
Não vê que o salário mínimo
Nós tivemos que aumentar?
E o Bolsa Família forte
Faz o pobre almoçar.

Nos outros governos
Faltava feijão no prato,
O povo comia osso,
O rebanho andava magro.
Hoje a gente bota o pobre
No topo do aparato!

É fácil soltar fumaça,
Difícil é carregar
O peso de uma nação
Que a gente tem que aprumar,
Tirando o país do mapa
Da fome, pra prosperar."

A Mula bateu o casco,
Quis ainda rebater:
"Mas e a tal da corrupção
Que o povo cansou de ver?"
Lula sorriu e disse:
"Vou lhe responder por que:

Nós criamos os portais,
A PF tem autonomia,
Quem errou que pague o preço,
Seja noite ou seja dia.
O que a gente não aceita
É o fim da democracia!"

A Mula foi murchando o fogo,
O relincho silenciou,
Pensou na cesta básica
Que a vizinha ganhou,
Viúva de lavrador
Que a seca quase matou.

Sem argumento na boca,
A assombração se rendeu.
Viu que o debate político
Quem ganhou não foi o breu.
A chama do seu pescoço
De mansinho esmoreceu.

A Mula deu meia-volta,
Foi sumindo na capoeira,
Pensando que a política
Não é só bater barreira.
E Lula seguiu viagem
Pela estrada brasileira.


NOTA: Cordel elaborado com a parceria da IA Google,


Anibal Werneck de Freitas, 16/10/2026

LULA, NOSSO ETERNO PRESIDENTE