segunda-feira, 16 de março de 2026

CAUSOS DE ASSOMBRAÇÃO, O OSSO ROUBADO NO CEMITÉRIO


 

Anastácio, bebendo num botequim em Conceição da Boa Vista, apostou com os amigos que iria à meia noite no cemitério, buscar um osso fémur.

Acontece que Prudêncio, um dos seus amigos, resolveu dar um susto nele, pois conhecendo um atalho até o cemitério, chegou antes dele.

Deste modo, Prudêncio se escondeu atrás dum túmulo e toda vez, que o Anastácio pegava um osso, ele dizia com uma voz cavernosa, Este osso não, porque ele é meu!

E assim Prudêncio foi procedendo até o Anastácio pegar um, e sair correndo como um louco.

Chegando no botequim, Anastácio jogou o osso sobre o balcão, demonstrando a sua coragem, e, deixando então, todos os amigos atônitos.

No entanto, acontece que em meio a tudo isso, alguém indagou, E o Prudêncio, até agora não apareceu!

No dia seguinte, ele foi encontrado morto no cemitério.

 

NOTA: Essa é uma clássica narrativa do folclore regional mineiro, muito comum no interior de Minas Gerais (especialmente na região de Leopoldina, Cataguases e Recreio (onde fica o distrito de Conceição da Boa Vista).

domingo, 15 de março de 2026

A NATUREZA SEM O HOMEM NÃO TERIA SENTIDO, AMBOS FORMAM A DUPLA IDEAL, OU SEJA, NATURA E PESSOAS.



A relação entre a natureza e o homem é profunda e tem passado por grandes transformações ao longo da história, evoluindo de uma dependência direta e mística para uma exploração intensiva e, atualmente, para a busca urgente por sustentabilidade.
GUITARRA-SOLO (Filipi Machado Werneck de Freitas)
VOZ E TECLADO (AWF).
VÍDEO sem direito autoral (Extraído da Internet).

segunda-feira, 9 de março de 2026

NOSSA MINAS GERAIS TAMBÉM TEM O SEU MAR, OU SEJA, MAR DE MORROS.

 

sábado, 7 de março de 2026

A MÚSICA LENHA DE ZECA BALEIRO (1999) É MUITO PARECIDA COM A QUE EU FIZ EM 1969, CONFIRA!

 

ECILA, ECILA, ECILA...

(Anibal Werneck) 


(intro: 2X C G F C)

 

C                    G7

Tão longe de você,

F                    C

Recordo de tudo,

C                             G7

Com os olhos molhados,

F                     C

E os ouvidos surdos,

C                    G7

Cansado eu fico,

F                    C

Pra cantar até custo,

C                    G7

Pois os meus lábios,

F                    C

Parecem mudos.

          G7             F

Pra dizer o seu nome:

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

             G7     F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

                      G7

Já não bate certo

F                      C

O meu pobre coração,

                    G7

Pois o que sinto

F                      C

São só tristes emoções,

            G7

Até as notas

F                                    C

Saem toscas do meu violão

              G7

E já não faço

 

F                                 C

Pra você lindas canções,

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

    F

E para terminar,

     G7

Estou contrariado

   F

Até para falar

                               G7

Que estou apaixonado:

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!

  C        G7      F        C

Ecila, Ecila, Ecila, Ecila!


 

quarta-feira, 4 de março de 2026

ESTA MÚSICA MEXEU MUITO COMIGO NA MINHA PRIMEIRA INFÂNCIA.



ROMANCE DE UMA CAVEIRA (Alvarenga e Ranchinho) Em B7 Em Eram duas caveiras que se amavam E7 Am E à meia-noite se encontravam Am7 Em Pelo cemitério os dois passeavam F#7 B7 E juras de amor então trocavam Em B7 Em Sentados os dois em riba da lousa fria E7 Am A caveira apaixonada assim dizia Am7 Em Que pelo caveiro de amor morria F#7 B7 E ele de amores por ela vivia Em B7 Em Ao longe uma coruja cantava alegre E7 Am Ao ver os dois caveiros assim felizes Am7 Em E quando se beijavam em tom funebre F#7 B7 Em A coruja batendo as asas pedia bis D G Mas um dia chegou de pés juntos B7 Em Um cadáver novo de um defunto Am Em E a caveira dele se apaixonou F#7 B7 E o caveiro antigo abandonou D G O caveiro tomou uma bebedeira B7 Em E matou-se de um modo romanesco Am Em Só por causa dessa ingrata caveira F#7 B7 Em B7 Em Que trocou ele por um defunto fresco AWF/2026

sábado, 28 de fevereiro de 2026

HISTÓRIAS DE ASSOMBRAÇÃO: A DAMA DO MARTELO.

 


Nas ruínas da antiga capela de São Francisco, o silêncio era interrompido apenas pelas badaladas secas de um sino rachado e antigo, que ninguém ousava tocar, pois era muito mal-assombrado, porque diziam que ele anunciava sozinho a chegada da ‘Dama do Martelo’, uma mulher estranha de vestes cinzentas, que vagava pelo vilarejo em busca de pregos soltos em caixões de túmulos danificados no cemitério local.

Pois bem, conta-se que certa vez o padre Orozimbo, armado apenas com sua fé, decidiu confrontar a aparição. E assim, no meio de uma noite, ouviu o sino bater e, imediatamente, correu para a frente do campanário da igrejinha abandonada, e deparou-se com um cavalo branco de olhos vítreos, parado como uma estátua de gelo sob o luar.  

Em pé, no lombo do animal, uma mulher muito alta empunhava um martelo de ferro pesado com o cabo muito comprido, batendo ritmicamente contra o metal do sino, produzindo um som que não vinha deste mundo. 

E assim, quando o padre tentou exorcizá-la, a mulher simplesmente virou pra ele e disse com voz cavernosa, ‘Eu badalo este sino não para assombrar, mas para avisar que a fundação desta igrejinha antiga esconde algo que nunca deveria ter sido construído aí’. 

Esta história é contada até hoje pelos mais velhos, mas ninguém nunca se atreveu em desvendar este mistério, porque o medo de acontecer algo de ruim no vilarejo é muito grande.

 

AWF/IA/2026

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

PATRÃO, QUE MAU HÁ?, UMA CANÇÃO QUE FALA SOBRE O FIM DA ESTRADA DE FERRO EM RECREIO-MG.

 


PATRÃO, QUE MAU HÁ? 
(Letra e Música de Anibal Werneck de Freitas). 
IMAGEM DO VÍDEO: Estação Ferroviária de Recreio-MG., 
do Blog, TREM EXPRESSO, de Amarildo Mayrink.