quinta-feira, 7 de março de 2013

PINDORAMA [escrever sobre os índios neste país é quase que uma perda de tempo]


escrever sobre os índios neste país é quase que uma perda de tempo, só um idiota como eu, se preocupa com tal assunto, neste exato momento, aldeias estão sendo destruídas para o progresso passar de modo lento e preciso, por outro lado as religiões com os seus missionários complementam o extermínio da cultura indígena com as suas falsas verdades, falando de um deus que, pela lógica nunca existiu, um absurdo que vem se repetindo desde quando os europeus pisaram em pindorama, agora eu pergunto, com que direito tem os religiosos de obrigarem os índios a negarem suas crenças em detrimento de outras que no fundo são a mesma mentira, pois bem, ensinar o índio o que é bom pra ele sem mexer na sua cultura, pelo visto, ninguém é capaz de fazer tal coisa, o certo seria deixar o índio seguir o seu caminho, falar a sua língua, viver a sua vida com todos os direitos de um cidadão brasileiro, que para ser um, não precisa trocar sua indumentária silvícola por uma urbana, deveria ser proibido dar roupas para os silvícolas, e sim, deixá-los na vontade de escolher o seu rumo, mas não é isso que acontece, a coisa está tão ruim que, tribos inteiras estão sendo engolidas pelos vícios dos civilizados, é isso aí.
Aníbal Werneck de freitas.

PINDORAMA [Daniel Munduruku]




O índio não vive de conceitos, segundo Daniel Munduruku, um índio que escreve histórias infanto-juvenis, um índio que estudou filosofia com os salesianos. Para ele, os índios não criam ideias para viver, fazem apenas o necessário como, pescar, caçar, brincar, cantar, contar histórias mirabolantes, dançar, enfim, transformar a vida num parque de diversões.
O problema é que o Brasil sendo um país laico, não faz nada contra a intromissão de missionários religiosos nas aldeias indígenas, jamais poderemos transformar uma oca numa casa urbana, não tem nada a ver, o índio não precisa de muitos objetos para viver bem, basta-lhe uma rede e seus utensílios para fazer comida e caçar, mais nada. O homem urbano não é ritualista, algo que ele perdeu com a civilização e que é de suma importância para o espírito humano, portanto, os índio têm os seus rituais e isso é essencial para a sua alma. Não existe para o índio este negócio de bens móveis e imóveis, tudo é de todos, ninguém é dono de nada e ao mesmo tempo são donos de tudo.
Anibal Werneck de Freitas.

CRIANÇAS CRISTAL




As crianças cristal são seres muito sensíveis que sempre existiram na humanidade, hoje elas estão sendo mais notadas pela ciência, e, como já era de se esperar, tem muita baboseira escrita sobre elas, também, como por exemplo, que Jesus cristo foi também uma criança assim. O que acontece na verdade é que elas têm um QI muito alto e a partir dos cinco anos já concatenam sua vida num mundo bastante hostil, já sabem que o mundo tem mais coisas ruins do que boas, tanto assim que, muitas entram em depressão, outras não aguentam ir adiante. Pensando bem, elas não estão erradas porque o mundo é uma barra pesada mesmo, ainda mais com este sistema capitalista.
Pois bem, o que me levou a criar este blog, além de alertar os pais que têm filhos assim, foi que quando eu era criança, tinha lá os meus cinco pra seis anos, naquela época, década de 50, a censura não era levada a sério, pois bem, todas as vezes que eu chegava em casa, após assistir um filme violento, eu tinha febre, não estou dizendo que fui uma criança cristal, mas a coisa é por aí, agora, esta história de que elas são enviadas por Deus para salvar o mundo é balela, se fosse verdade, Deus faria melhor, ou seja, mandaria para a Terra só criança cristal e assim o mundo seria outro.
Anibal Werneck de Freitas

sexta-feira, 1 de março de 2013

URBANA LEGIO

URBANA LEGIO 
EM TRIBUTO A LEGIÃO URBANA
[sábado, 30 de março, 23h]

Urbana Legio
(Rock nacional)

  
Cabe ao  vocalista Alexandre Tomate, da banda Urbana Legio, transmitir toda a energia do mito do rock nacional, Renato Russo, numa apresentação que é um grande  “revival” da trajetória do grupo Legião Urbana. No repertório, os maiores sucessos do quarteto com os clássicos que marcaram gerações como: “Que País é Este”, “Ainda é Cedo”, “Pais e Filhos”, “Tempo Perdido”, “Teatro dos Vampiros”, “Quase sem Querer”, “Quando o Sol Bater Na Janela do Seu Quarto”, “Índios”, “Será”, “Por Enquanto” e outros.