sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Publicações d'O JORNAL DE RECREIO



Algumas publicações d'O JORNAL DE RECREIO e depois, através da Editora Radiante. São elas, SELECIONADAS do 7º FESTIVAL DA POESIA  de RECREIO (1982), SELECIONADAS do 6º FESTIVAL da POESIA de RECREIO (1980), MINASGEROU de Zé Guimarães (1982), ANTOLOGIA RECREIENSE em versos (1985),  A ROSA do AMOR de Carlos Eduardo Cunha de Barros (1983), DEUS MISTÉRIO de Ângela do Bem (1982), ADEUS em um DOMINGO de Sebastão José Duarte (1988), GOTAS de PENSAMENTO de Fábio Yanir (1981) e os quadrinhos da TURMA do ESDOBÃO de Anibal Werneck de Freitas (1985 / 1988). 
Agora, uma coisa é certa, isso ninguém pode negar, nunca se fez tanto pela cultura de Recreio como naqueles anos 80, graças ao O JORNAL DE RECREIO, é um registro merecido.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

AVISO AOS MARMORRISTAS

O prazo para a entrega de material a ser publicado no MM-117 está findando, ele vai até 31 de Janeiro de 2011, depois desta data, o material ficará sujeito à sobra de espaço.

A Redação.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

VERSO E PALAVRA de Iacyr Ânderson Freitas

Não o conheço pessoalmente, só sei que Iacyr Ânderson Freitas é um poeta de mão cheia, de uma sensibilidade sem par, como exemplo aí está,  A MULHER, O RIO E O FILHO do seu livro, VERSO E PALAVRA, impresso na Gráfica do DCE, com ilustrações de José Geraldo Luciano, em 1982.
Gostei tanto das suas poesias que resolvi musicar a que está exposta aqui. Vale a pena conferir. O que é bom tem que ser divulgado.
Anibal Werneck de Freitas.

sábado, 22 de janeiro de 2011

ENTREVISTA COM ANDAIR SANTORO, MM-12/2000

Já vai no tempo este Mar de Morros totalmente datilografado, e olha que não faz tanto tempo assim. Aí está a entrevista do Anibal com Andair Santoro (in memoriam), um artista que se fez praticamente sozinho, quase sem apoio das autoridades.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ESTA DEU NO JORNAL DE RECREIO

RUBICO TANTÃ no CAFÉ STO. ANTÔNIO

Flagrante do Rubico aprontando no Café Sto. Antônio, foi pego pelo dono do estabelecimento com a boca na botija, Isto não se faz, Rubico, Ralhou com o garoto travesso, o seu Antônio Hygino, Foi só um pouquinho, seu Antônio dos Hyginos, Respondeu completamente bêbado, o fedelho. Sem mais, nem menos, saiu do recinto e a mangueira continuou rojando o precioso líquido, já secando o chão, seu Antônio se desabafou, Com este moleque por perto, não posso descuidar um minuto.

NÃO SAÍRAM NO MAR DE MORROS




Estes desenhos do Celso Lourenço não foram publicados em MM, naquela ocasião faziam sentido, mas pra não ficarem na gaveta e, ao mesmo tempo, valorizar o artista, aí estão expostos no nosso blog, vale a pena. Celso Lourenço usava o pseudônimo CAL.